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Imagem de divulgação publicada por Navigraph — Blog Oficial

Navegação

Navigraph Charts amplia cobertura VFR no Brasil e adiciona suporte a Oceanic Tracks

Navigraph — Blog Oficial

O Navigraph Charts passou a oferecer cartas VFR oficiais do DECEA para o Brasil — além de Sudeste Asiático e Oriente Médio — e, no mesmo dia, ganhou as rotas oceânicas NAT e PACOTS integradas ao planejamento com SimBrief.

O que aconteceu

A Navigraph publicou em 1º de julho de 2026 dois anúncios oficiais sobre o Charts. Um amplia a cobertura VFR para três regiões novas; o outro leva as rotas oceânicas para dentro do aplicativo. Esta matéria trata dos dois. O link da fonte aponta para o anúncio das cartas VFR; o das rotas oceânicas está em https://navigraph.com/blog/oceanic-tracks.

O item mais concreto para quem voa daqui é o Brasil. As cartas VFR brasileiras são oficiais, fornecidas pelo DECEA — o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, que o anúncio descreve como o equivalente brasileiro da FAA. Na descrição da própria Navigraph, é o que transforma "cenário bonito" em espaço aéreo que dá para ler, interpretar e voar com confiança, especialmente em regiões como a Amazônia, onde a navegação visual dependia essencialmente de imagem de satélite. Curvas de rio, vilarejos e pistas curtas deixam de ser paisagem e viram ponto de referência que se pode planejar e briefar.

A mesma leva trouxe o Sudeste Asiático, com cartas da AED Aero, cobrindo do Camboja à Nova Guiné, e o Oriente Médio, com Jordânia, parte do Kuwait e a metade leste do Egito. As três coberturas são selecionadas dentro do Charts em Map Layers, depois Map Presets, na categoria VFR: "VFR Charts Brazil", "VFR Charts Southeast Asia" e "VFR Charts Middle East".

Do lado IFR, o Charts passou a exibir as rotas oceânicas organizadas na camada IFR High: as NAT, que ligam América do Norte e Europa e são recalculadas duas vezes por dia, e as PACOTS, redesenhadas diariamente sobre o Pacífico. Ao importar um plano do SimBrief, a track aplicável já entra na rota. Ao montar a rota dentro do próprio Charts, o botão Autoroute incorpora as NAT aplicáveis — ou o piloto escolhe a track que preferir em "+Oceanic Track", na aba Flights, com validade e pontos de entrada e saída à vista.

Por que isso importa para o piloto virtual?

Para o piloto virtual brasileiro é a mudança mais direta em muito tempo: o voo visual no Brasil deixa de depender só de imagem de satélite e passa a ter carta oficial do DECEA dentro da mesma ferramenta em que o voo já é planejado. Isso muda a preparação de pernas baixas — pontos de referência, espaço aéreo e altitudes deixam de ser dedução. Do lado IFR, quem faz travessia oceânica passa a ver a track do dia dentro do Charts, em vez de transcrevê-la à mão do plano do SimBrief. Duas ressalvas honestas: os anúncios oficiais não detalham a extensão exata da cobertura brasileira nem em quais plataformas do Charts cada camada já está disponível, e a Navigraph declara que o acesso depende de assinatura Unlimited.

Principais pontos

  • Cartas VFR oficiais do DECEA passam a cobrir o Brasil dentro do Navigraph Charts
  • Sudeste Asiático entra com cartas da AED Aero, do Camboja à Nova Guiné
  • Oriente Médio ganha cobertura VFR na Jordânia, em parte do Kuwait e na metade leste do Egito
  • Oceanic Tracks: NAT e PACOTS na camada IFR High, com validade e pontos de entrada e saída
  • Plano importado do SimBrief já traz a track aplicável; o Autoroute incorpora as NAT

O Flight Hub não hospeda nem reproduz o conteúdo original. O texto acima é da equipe editorial do Flight Hub; a matéria completa, as imagens e os créditos são de Navigraph — Blog Oficial.